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terça-feira, 4 de outubro de 2011

USINA DE RECICLAGEM, UM PASSO A MAIS PARA A SUSTENTABILIDADE



NESSE TEXTO VAMOS LANÇAR UM CAMINHO PARA QUE A CIDADE DO SALVADOR, CAPITAL DA BAHIA E SUA ZONA DE INFLUÊNCIA POSSAM DAR UM DESTINO MAIS RACIONAL AO SEU LIXO DOMICILIAR E COMERCIAL, QUE NÃO SEJA OS ATERROS SANITÁRIOS E OS CRIMINOSOS LIXÕES A CÉU ABERTO.

SALVADOR HOJE DESTINA GRANDE PARTE DO LIXO GERADO POR SUA POPULAÇÃO PARA OS ATERROS SANITÁRIOS, PELOS MENOS A PARTE RECOLHIDA, POIS, É NOTÓRIA A DEFICIÊNCIA DOS SERVIÇOS DE LIMPEZA PÚBLICA NA NOSSA CIDADE, PRINCIPALMENTE NOS BAIRROS PERIFÉRICOS, ONDE RESÍDUOS SE ACUMULAM DURANTE DIAS.

MESMO SENDO UMA OPÇÃO LASTREADA EM CRITÉRIOS TÉCNICOS, O ATERRO SANITÁRIO ESTÁ LONGE DE SER O MÉTODO IDEAL DE DESTINO PARA O RESULTADO DE NOSSAS RELAÇÕES DE CONSUMO, O LIXO, O VILÃO.

AS CÉLULAS QUE COMPÕEM O ATERRO OCUPAM UM ÁREA FÍSICA DE GRANDES DIMENSÕES, QUE NÃO DEVEM ESTAR LONGE DO CENTRO URBANO, EM VIRTUDE DA IDA E VINDA DOS CAMINHÕES, QUE PRECISAM DESCARREGAR E CARREGAR SUA CARGA. ESSES ATERROS SÃO RAPIDAMENTE SATURADOS PELO CRESCIMENTO GEOMÉTRICO DOS GRANDES CENTROS, HAVENDO SEMPRE A NECESSIDADE DE NOVAS ÁREAS.

POR MAIOR PRECAUÇÃO QUE SEJA TOMADA NA PREPARAÇÃO DESSAS ÁREAS, NÃO TEMOS DÚVIDAS QUE ALGUMA QUANTIDADE DE RESÍDUOS IRÃO ESCAPAR, SE INFILTRANDO NO SUBSOLO, POR CONSEQUÊNCIA CONTAMINANDO O LENÇOL FREÁTICO.

SOBRE OS LIXÕES EXISTENTES EM GRANDE PARTE DAS CIDADES DO INTERIOR BAIANO, NÃO TEMOS O QUE COMENTAR, APENAS REPETINDO QUE É UMA AÇÃO CRIMINOSA CONTRA OS PRINCÍPIOS BÁSICOS DE CIDADANIA E DA DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS.

O QUE PROPOMOS É A CONSTRUÇÃO DE UMA GRANDE E MODERNA USINA DE RECICLAGEM DE LIXO NA ÁREA DO COMPLEXO INDUSTRIAL DE CAMAÇARI, QUE RECEBERIA TODO O MATERIAL GERADO EM “SALVADOR” E REGIÃO METROPOLITANA.

POR SER UMA CIDADE SITUADA NA ZONA TROPICAL, O LIXO PRODUZIDO EM NOSSA CAPITAL É COMPOSTO EM GRANDE PARTE DE RESÍDUOS ORGÂNICOS, FRUTAS POR EXEMPLO, IMAGINEM TODO RESTOS DE COCO, MANGAS, JACAS, CAJUS,MELANCIAS,BANANAS, BAGAÇO DE CANA, CRUSTÁCEOS E MOLUSCOS, QUE SÃO GERADOS PELO CONSUMO GASTRONÔMICOS DOS SOTEROPOLITANOS, PODEM PERFEITAMENTE SER TRANSFORMADO EM FERTILIZANTE NATURAL, CUJO PREÇO DE MERCADO É BEM SUPERIOR AO INSUMO PRODUZIDO POR PROCESSO QUÍMICO.

METAIS, VIDROS, PAPÉIS, PLÁSTICOS, PNEUS E  OUTROS SERIAM NESSA USINA, SEGREGADOS E UNITIZADOS PARA SEREM VENDIDOS E REPASSADOS PARA RESPECTIVAS INDÚSTRIAS RECICLADORAS.

A LEGIÃO DE CATADORES DE MATERIAL RECICLADO, QUE VIVE DE FORMA DEGRADANTE, REVIRANDO CONTÊINERES DE LIXO OU LIXÕES EM BUSCA DE MATERIAIS DESCARTÁVEIS SERIA PRIORIZADA NOS POSTOS DE TRABALHOS GERADOS PELA USINA, APÓS PRÉVIO CADASTRAMENTO E TREINAMENTO.

AS CIDADES, PRINCIPAIS, FORA DO EIXO DA REGIÃO METROPOLITANA, RAIO DE ATÉ 200 KM TERIAM UNIDADES COMPACTADORAS DE LIXO, ENVIANDO O RESULTADO PARA USINA CENTRAL.

VEJAM QUE A RELAÇÃO CUSTO BENEFÍCIO DE UM EVENTO DESSA NATUREZA, SÃO INÚMEROS E ENTUSIASMANTES. PRIMEIRO, A RENTABILIDADE PELA VENDA DE ADUBO ORGÂNICO, SUCATAS, RESÍDUOS PARA GERAR COMBUSTÃO, SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL, FUNÇÃO SOCIAL ADVINDA DO EMPREGO DE PESSOAL ENVOLVIDO COM RECICLAGEM DE MATERIAIS.

PARA CONCRETIZAR E VIABILIZAR O EMPREENDIMENTO, DEVE-SE CONTAR COM CAPITAL DO ESTADO DA BAHIA, PREFEITURA DE SALVADOR, CAPITAL PRIVADO QUE PODE SER O DETENTOR DA TECNOLOGIA, E RECURSOS DE INSTITUIÇÃO FINANCEIRA DE PAÍSES ONDE A PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE TENHA PRIORIDADE.

O RESULTADO ECONÔMICO E FINANCEIRO PROVENIENTE DA RENTABILIDADE DA USINA SERIA APLICADO UMA PARTE EM MELHORIA DOS PROCESSOS OPERACIONAIS O RESTANTE EM ATIVIDADES LIGADAS A PROJETOS GOVERNAMENTAIS DE PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE NO ESTADO DA BAHIA.

EM RELAÇÃO ÀS CIDADES DE MÉDIO PORTE, PODE-SE IMPLEMENTAR O MESMO PROJETO EM ESCALA PROPORCIONAL AO SEU TAMANHO



 JOSEMAR

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