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segunda-feira, 4 de julho de 2011

COPEC - 33 ANOS - PARTE 4

NOVOS COMPLEXOS PETROQUÍMICOS AMEAÇAM INVESTIMENTOS EM CAMAÇARI


COM A CRIAÇÃO DA BRASKEM  EM 16 DE AGOSTO DE 2002, RESULTADO DA AQUISIÇÃO DA COPENE, GEROU-SE FORTE EXPECTATIVA DE UMA NOVA ONDA DE CRESCIMENTO NO SEIO DO COMPLEXO PETROQUÍMICO DE CAMAÇARI. O QUE SE OBSERVA QUASE 9 ANOS DEPOIS, É O SENTIMENTO DE FRUSTRAÇÃO E PREOCUPAÇÃO QUANTO AO FUTURO DO MAIS IMPORTANTE  SETOR INDUSTRIAL DA BAHIA, EM RELAÇÃO À CAPACIDADE DE COMPETIR, NA BUSCA DE NOVOS INVESTIMENTOS.

NOVOS PÓLOS PETROQUÍMICOS SÃO PLANEJADOS E OUTROS  JÁ EM IMPLANTAÇÃO AMPLIAM A COMPETITIVIDADE NO SETOR, A EXEMPLO DO PÓLO DE PAULÍNIA EM SÃO PAULO, ONDE A BRASKEM INVESTIU R$ 700 MILHÕES, DO RIO DE JANEIRO, O QUAL APROVEITARÁ A DISPONIBILIDADEDE GÁS NATURAL DE PETRÓLEO NA BACIA DE CAMPOS. NO PRÓPRIO NORDESTE, EM SUAPE FOI INAUGURADO  EM 2007 A MAIOR FÁBRICA DE RESINA PET - POLI TEREFLATO ETILENO - DO MUNDO, COM PRODUÇÃO DE 450 MIL TONELADAS/ANO.

A COMPRA DOS ATIVOS DO GRUPO YPIRANGA NO PÓLO DE TRIUNFO PELA BRASKEM, PETROBRAS E ULTRA, PROPORCIONARÁ IMPORTANTES GANHOS DE ESCALA NA PRODUÇÃO DE RESINAS PLÁSTICAS NESSE COMPLEXO, O QUE NÃO ACONTECE NO COPEC, ONDE SUAS UNIDADES TÊM CAPACIDADE NOMINAL DE PRODUÇÃO BASEADA EM PROJETOS QUE REMONTAM A DÉCADA DE 70, NÃO POSSUEM ECONOMIA DE ESCALA ADEQUADA A REALIDADE DE MERCADO DOS DIAS DE HOJE.

CARÊNCIA DE ESTRUTURA LOGÍSTICA, PRINCIPALMENTE NO MODAL FERROVIÁRIO E MARÍTIMO, INCERTEZAS QUANTO AO FORNECIMENTO DE GÁS NATURAL, MATÉRIA  - PRIMA BÁSICA DA INDÚSTRIA PETROQUÍMICA, AO LADO DA NAFTA, SÃO TAMBÉM DESAFIOS QUE DEVEM SER EQUACIONADOS PARA MANTER VIVO O COPEC.



JOSEMAR SOUZA SANTOS



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