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terça-feira, 1 de setembro de 2026

O DIA DO SEXO SE APROXIMA - 06/09 -, PASSAMOS ALGUMAS INFORMAÇÕES CIENTÍFICAS SOBRE O ASSUNTO - SEX DAY IS APPROACHING ( SEPTEMBER 6TH ), SO WE ARE SHARING SOME SCIENTIFIC INFORMATION ON THE SUBJECT

TRANSCREVEMOS ARTIGO DE AUTORIA DE MARIANE PINOTTI SOBRE ALIMENTOS QUE PODEM CONTRIBUIR COM A SAÚDE SEXUAL. INCLUSIVE O DIA 06/09, DIA DO SEXO, SE APROXIMA.

O Dia do Sexo, comemorado em 6 de setembro (6/9), surgiu em 2008 como uma estratégia de marketing da marca de preservativos Olla. 

Como a data foi criada

A provocação: A campanha publicitária usou o mote "Se existe o Dia das Mães, dos Pais e das Crianças, por que não temos um Dia do Sexo?", argumentando que todas as datas comemorativas familiares existem por causa do ato. 
A escolha do dia (6/9): O dia 6 de setembro foi escolhido em uma clara alusão numérica à posição sexual 69. 
A viralização: A ideia rapidamente se espalhou pela internet da época (principalmente pelo Orkut) e gerou até um abaixo-assinado para tentar oficializar a data no calendário nacional. Embora nunca tenha se tornado um feriado ou data oficial do governo, pegou de vez na cultura popular. 

Importância e significado atual
Quebra de tabus: Com o passar dos anos, o dia deixou de ser apenas uma peça publicitária e passou a ser adotado por marcas, motéis e profissionais da saúde. 

Saúde sexual: A data serve como um momento importante para debater conscientização sobre o uso de preservativos, prevenção de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), consentimento, diversidade e a importância do prazer para a qualidade de vida. 



Marianne Pinotti

https://oglobo.globo.com/saude/marianne-pinotti/post/2026/09/alimentacao-e-saude-sexual-o-que-vai-ao-prato-tambem-importa.ghtml


Alimentação e saúde sexual: o que vai ao prato também importa

Não temos evidências consistentes de que um alimento isolado resolva dificuldades de desejo, excitação ou orgasmo. O que parece importar é o padrão alimentar ao longo do tempo



Dieta mediterrânea: regime centrado no consumo de peixes, vegetais, legumes e azeite de oliva foi considerado um 'remédio' contra o desenvolvimento de demência, Alzheimer e Parkinson — Foto: Freepik

Quando falamos em saúde sexual, quase sempre pensamos primeiro em hormônios, relacionamento, estresse ou idade. Poucas pessoas olham para o prato. Pois deveriam. A sexualidade resulta da interação entre cérebro, hormônios, circulação sanguínea, saúde metabólica, disposição física e afetividade.

Isso não significa que exista um alimento capaz de aumentar a libido como num passe de mágica. Ostras, chocolate, pimenta e outros supostos afrodisíacos carregam histórias interessantes, mas a ciência é bem menos romântica. Não temos evidências consistentes de que um alimento isolado resolva dificuldades de desejo, excitação ou orgasmo. O que parece importar é o padrão alimentar ao longo do tempo.

A relação fica mais clara quando lembramos que a resposta sexual depende de uma boa função vascular. Durante a excitação ocorre aumento do fluxo sanguíneo para a região genital, importante tanto para a ereção masculina quanto para a resposta genital feminina. Diabetes, hipertensão, dislipidemia, obesidade e síndrome metabólica podem comprometer os vasos e estão associados a alterações da função sexual.

Estudos têm observado associação entre maior adesão à dieta mediterrânea, rica em verduras, legumes, frutas, cereais integrais, azeite, castanhas e peixes, e melhor função sexual. Mas atenção: associação não é sinônimo de milagre, e ainda precisamos de estudos maiores para estabelecer causalidade.

Nas mulheres, temos um dado interessante. Em um estudo com mulheres com síndrome metabólica e disfunção sexual, aquelas que seguiram uma alimentação mediterrânea durante dois anos apresentaram melhora no índice de função sexual, enquanto o grupo controle permaneceu estável. A melhora apareceu na avaliação global. Isso combina com aquilo que vemos na prática: a sexualidade feminina dificilmente cabe em uma única variável.

O excesso de peso merece uma conversa cuidadosa. Não porque exista um peso ideal para ter vida sexual satisfatória, muito menos porque magreza seja sinônimo de desejo. A obesidade pode vir acompanhada de resistência à insulina, inflamação, diabetes, alterações vasculares e piora da autoestima, fatores capazes de interferir na sexualidade. Entretanto, a relação entre obesidade e disfunção sexual feminina não é uniforme nos estudos.

E na menopausa? A queda dos estrogênios pode provocar ressecamento vaginal, dor à penetração e mudanças no desejo e na resposta sexual. Alimentação saudável, atividade física, sono adequado e saúde metabólica são fundamentais para a qualidade de vida. Mas não devemos transformar comida em reposição hormonal disfarçada. Nenhuma salada corrige atrofia vaginal importante, assim como nenhuma castanha substitui avaliação médica quando existe dor ou perda persistente da libido.

Também é preciso desconfiar das promessas fáceis. Suplementos “para libido”, compostos naturais e vitaminas em doses elevadas frequentemente chegam acompanhados de propaganda muito mais robusta do que a evidência científica. Natural não significa eficaz nem isento de risco.

Então, o que colocar no prato?Mais atenção ao conjunto: vegetais variados, frutas, leguminosas, cereais integrais, peixes, castanhas e boas fontes de gordura, com menor participação de ultraprocessados, açúcares em excesso e carnes processadas. É uma recomendação pouco exótica, reconheço. Talvez por isso venda menos do que cápsulas milagrosas.

Quando existe uma dificuldade persistente, é preciso olhar além do prato: medicamentos, hormônios, doenças crônicas, sono, saúde mental, relacionamento e condições ginecológicas também devem ser avaliados. Em medicina, soluções únicas costumam ser sedutoras e quase sempre insuficientes. Para a sexualidade vale a mesma regra.


PróximaCheck-up ginecológico: quando deve começar?



JOSEMAR


ECONOMISTA - CORECON 2065

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

SEXO É IMPORTANTE PARA A SAÚDE - SEX IS IMPORTANT FOR HEALTH

TRANSCREVEMOS TEXTO, DA REVISTA "SAÚDE" - EDIÇÃO DE ANIVERSÁRIO - 28 ANOS- "QUEM TEM SAÚDE FAZ SEXO". EM VERDADE A MATÉRIA TRAZ UM ROTEIRO PARA A BOA SAÚDE, POIS É ÓBVIO, QUEM A TEM, TEORICAMENTE TERIA CONDIÇÕES  DE PRATICAR UM ATO SEXUAL QUALITATIVO.
ACREDITAMOS QUE O TÍTULO DEVERIA SER O INVERSO, SEM APOLOGIA AO SEXO - QUEM PRATICA SEXO TEM SAÚDE- DEMONSTRANDO OS BENEFÍCIOS QUE, UMA BOA RELAÇÃO SEXUAL TRAZ A MENTE E A CIRCULAÇÃO SANGUÍNEA DOS PROTAGONISTAS

A REPORTAGEM ALÉM DO ROTEIRO, PODERIA TER CITADO QUE A QUALIDADE DE VIDA NÃO PROVÉM SÓ DOS ALIMENTOS, MAS TAMBÉM, PELO ESTADO DE ESPIRITO, POIS, QUEM ADMIRA A SI MESMO, TEM COMO ÚNICO JUIZ SUA CONSCIÊNCIA, PREENCHE SEU CAMINHAR NÃO APENAS COM ATOS FRÍVOLOS E SIM CONSTRUTIVOS, DEVE SER UM BOM PARCEIRO NAQUELAS HORAS.

COMO ESTAMOS COMENTANDO SOBRE COMPORTAMENTO SEXUAL, O LINK A SEGUIR É UMA INTERESSANTE PESQUISA SOBRE O ASSUNTO,

http://www1.folha.uol.com.br/bbc/1002721-homens-recorrem-a-prostitutas-porque-distinguem-sexo-e-amor-diz-estudo.shtml

JOSEMAR
ECONOMISTA - CORECON 2065

"QUEM TEM SAÚDE FAZ SEXO'
“É UM CÍRCULO VICIOSO, OU MELHOR, PRAZEROSO. QUEM ESTÁ SAUDÁVEL FAZ SEXO POR MAIS TEMPO, E O SEXO, POR SUA VEZ, DEIXA O CORPO MAIS SAUDÁVEL. ESTUDOS MOSTRAM  QUE UM ORGANISMO DEBILITADO  TAMBÉM DEIXA O LIBIDO EM BAIXA. ISSO SIGNIFICA QUE AS PESSOAS SEDUZIDAS PELO SEDENTARISMO, PELA PRIVAÇÃO DE SONO OU POR UMA DIETA GORDUROSA ESTÃO ANTECIPANDO SUA APOSENTADORIA EM MATÉRIA DE DIVERSÃO A DOIS. CAMINHAR, CORRER, NADAR, ANDAR DE BICICLETA... ESCOLHA UMA MODALIDADE OU COMBINE TODAS ELAS E VOCÊ IRÁ GANHAR UM BÔNUS: MAIS DISPOSIÇÃO PARA AMAR. OS EXERCÍCIOS MELHORAM A CIRCULAÇÃO DO CORPO INTEIRO. ASSIM, COM O FLUXO SANGUÍNEO LIVRE, O PÊNIS CONSEGUE CONQUISTAR E MANTER EREÇÕES  E A VAGINA FICA LUBRIFICADA COM MAIOR FACILIDADE. O ÂNIMO NA CAMA É INFLUENCIADO TAMBÉM POR AQUILO QUE VOCÊ BOTA NO PRATO. MANEIRE NOS ALIMENTOS RICOS EM GORDURAS SATURADAS E TRANS, QUE, COM O TEMPO, ATRAPALHAM A VIAGEM DO SANGUE À REGIÃO DOS GENITAIS, ALGO FUNDAMENTAL PARA A EXCITAÇÃO. CERTOS NUTRIENTES, NO ENTANTO, SÃO MUITO BEM-VINDOS. O ZINCO DOS FRUTOS DO MAR, A VITAMINA E DOS ÓLEOS VEGETAIS E A PROTEÍNA, DE PREFERÊNCIA DE CARNES MAGRAS, PARTICIPAM DA FORMAÇÃO DOS HORMÔNIOS SEXUAIS QUE INTERFEREM NO DESEJO E NO PRAZER. PORTANTO, FICA COMBINADO ASSIM: CUIDE DE SUA SAÚDE E PROLONGUE SUA LONGEVIDADE ENTRE OS LENÇÓIS”

Homens recorrem a prostitutas porque 'distinguem sexo e amor', diz estudo

DA BBC BRASIL07/11/2011 12h53


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Um estudo realizado na Espanha sugere que homens usam mais prostituição porque, ao contrário das mulheres, "sabem distinguir entre sexo e amor'.

Segundo a pesquisa de dois anos da Universidade de Vigo sobre o perfil dos homens que usam prostitutas, o que eles valorizam no serviço é não ter que conquistar a mulher, nem ter que conversar com ela depois.

Para a maioria dos entrevistados, seria uma sorte poder receber dinheiro por praticar sexo. Mais de 90% dos entrevistados consideram as relações sexuais pagas uma necessidade.

"Analisamos as mudanças sociais dos últimos 30 anos e vemos a substituição do modelo patriarcal, do pai protetor-provedor pela volta do modelo 'falocêntrico', o colecionador de mulheres", disse à BBC Brasil a socióloga Silvia Pérez Freire, uma das autoras do estudo.

"O que motiva (o homem) a consumir serviços de prostituição é o desejo de fortalecer seu papel dominante. Ele acaba identificando o hábito como uma necessidade social".

A maioria dos usuários, um total de 80%, tem entre 30 e 40 anos e declarou ter vida familiar estável (com esposa ou namorada). A maior parte dos homens diz escolher a que seja menos parecida com a sua própria mulher.

A prostituição é o terceiro negócio mais rentável do mundo, depois dos tráficos de armas e drogas, de acordo com estatísticas divulgadas pelas Nações Unidas.

ATO SOCIAL

O levantamento também concluiu que muitos homens entendem que ir em grupos aos prostíbulos é um ato social tão normal quanto um jantar de negócios.

Por isso muitos pagam as prostitutas com cartões de crédito das empresas para as quais trabalham.

"Essa cumplicidade faz com que a prostituição seja um sexo cômodo. Ninguém questiona nada e existe um pacto implícito sobre o que é feito dentro de um bordel. O que é dali, fica ali. Isso é um grande atrativo para políticos e pessoas influentes", disse à BBC Brasil a socióloga Águeda Gómez Suarez, co-autora do estudo.

"Diria até que se não houvesse este componente de aceitação social unido à conivência de cargos importantes de políticos a policiais, não haveria tantos bordéis."

ESTEREÓTIPOS

A pesquisa, feita pelo grupo Estudos Feministas da Universidade, foi transformada no livro Prostituição: clientes e outros homens, e tem três continuações previstas.

O estudo classificou os consumidores do sexo pago em quatro grupos básicos: o homo sexualis, o samaritano, o homo economicus e o homo politicus.

O primeiro se valoriza pela quantidade de sexo que pratica e pelo número de mulheres. O segundo procura uma prostituta que o escute e seja mais vulnerável que ele, abrindo espaço até mesmo para uma relação sentimental com ela.

O homo economicus busca emoções fortes e costumar misturar sexo com drogas. Já o homo politicus tem certo peso na consciência pelo que faz, mas não deixa de fazê-lo.

Os consumidores também classificaram as prostitutas em três categorias, que correspondem aos estereótipos mais requisitados: mulher fatal, mulher maternal e virgem.

A primeira, que corresponde a 70% da preferência dos homens, é alegre e está sempre disposta a realizar qualquer fantasia sexual. A maternal simula uma relação de casal mas, com a obrigação de consolar o homem pelos problemas que ele diz ter em casa.

Já a virgem é a confidente contratada até para relações sem sexo, onde o mais importante é ouvir e animar emocionalmente o cliente.

De acordo com o boletim da Associação de Proteção as Mulheres Prostituídas (Apramp), a Espanha lidera o ranking de consumo de prostituição na Europa: 39% dos homens já disseram ter usado pelo menos uma vez uma prostituta, seguida por Suíça, com 19%; Áustria, com 15% e Holanda, com 14%.

No relatório espanhol, os entrevistados responderam que são a favor de uma regulamentação do setor, mas apenas para que haja controle sanitário (a maioria requer realizar atos sexuais sem preservativos) e para que as prostitutas paguem impostos.

Segundo as estimativas oficiais, há cerca de 700 mil prostitutas na Espanha, a maioria imigrantes ilegais e com filhos.