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segunda-feira, 20 de julho de 2026

HIDROVIA DO SÃO FRANCISCO, PERNAMBUCO A FRENTE, BAHIA PERDENDO O BONDE DA HISTÓRIA - SÃO FRANCISCO WATERWAY: PERNAMBUCO LEADS THE WAY, BAHIA MISSES THE BOAT


INFELIZMENTE RETORNAMOS COM MAIS UM INDICIO SOBRE A PERDA DO BONDE DA HISTÓRIA, PELA BAHIA, EM RELAÇÃO AO MANEJO ESTRATÉGICO DE CAMINHOS EM BUSCA DA COMPETITIVIDADE ECONÔMICA.

DESTA VEZ PERNAMBUCO REALIZA GESTÕES PARA DIRECIONAR CARGAS QUE SERÃO TRANSPORTADAS PELA FUTURA HIDROVIA DO SÃO DO FRANCISCO PARA O PORTO DE SUAPE, EM CONTRAPONTO ESTE BLOG EM DIVERSOS ARTIGOS TRAZ A LUZ RELAÇÃO CUSTO BENEFÍCIO FAVORÁVEL EM SE IMPLANTAR FERROVIA LIGANDO O PORTO DE JUAZEIRO A BAÍA DE ARATU, EM INTELIGAÇÃO COM A FUTURA HIDROVIA.

NÃO SOMOS CONTRA A PONTE SALVADOR - ITAPARICA, MAS DIANTE DAS CARÊNCIAS LOGÍSTICAS DO ESTADO, PRINCIPALMENTE QUANTO A LIGAÇÕES FERROVIÁRIAS ENTRE REGIÕES PRODUTORAS COM O COMPLEXO PORTUÁRIO DA BAÌA DE TODOS OS SANTOS, INIBINDO NOSSAS VANTAGENS COMPARATIVAS EM ATRAIR INVESTIMENTOS PRODUTIVOS.

A UTILIZAÇÃO DOS ESCASSOS RECURSSOS PÚBLICOS EM DETRIMENTOS DAS NECESSIDADES ILIMITADAS EXIGE PARCIMÔNIA PARA SE OBTER RESULTADOS EFICAZES, INFELIZMENTE PERNAMBUCO, CEARÁ E MARANHÃO ESTÃO NA DIANTEIRA DA BAHIA.

ARTIGO DO BLOG SOBRE A FERROVIA JUAZEIRO SALVADOR:

https://viajantesemporto.blogspot.com/2024/03/linha-ferrea-ligando-o-porto-de.html


https://dados.antt.gov.br/group/ferrovias


https://agenciasertao.com/2026/07/19/ferrovia-em-estudo-pode-ligar-hidrovia-do-rio-sao-francisco-ao-mar-pelo-porto-de-suape/


Ferrovia em estudo pode ligar Hidrovia do Rio São Francisco ao mar pelo Porto de Suape


Uma licitação federal em andamento recolocou no planejamento logístico do Nordeste uma conexão discutida há mais de duas décadas: transportar cargas pela área navegável do Rio São Francisco e, na região de Juazeiro e Petrolina, transferi-las para trens com destino ao litoral.

O Edital RLE nº 2/2026, da Infra S.A., prevê estudos de viabilidade para dois corredores ferroviários: Juazeiro do Norte (CE)–Juazeiro (BA) e Salgueiro (PE)–Porto de Suape (PE). A extensão informada no objeto da contratação é de aproximadamente 947 quilômetros.

Se os projetos ferroviário e hidroviário avançarem e forem efetivamente conectados, o conjunto poderá formar um corredor intermodal entre o interior da Bahia, o Vale do São Francisco e o mar, pelo Porto de Suape. Isso não significa que as embarcações seguiriam até Pernambuco pelo oceano: as cargas navegariam pelo São Francisco e precisariam ser transferidas para a ferrovia em um terminal na área de Juazeiro e Petrolina.

Essa integração, porém, ainda é uma possibilidade a ser examinada. O edital ferroviário não contrata obras e não define um terminal de transbordo entre barcaças e trens. A reativação comercial da hidrovia também permanece em fase preparatória.
O que será estudado

O serviço encomendado pela Infra S.A. inclui levantamentos de demanda, engenharia, operação, meio ambiente, viabilidade econômico-financeira e questões jurídicas e regulatórias. A empresa contratada também deverá apoiar futuras audiências públicas, a análise de órgãos de controle e a eventual estruturação de uma concessão.

O projeto básico divide o corredor em cinco segmentos:Juazeiro–Petrolina, com 4 quilômetros de linha existente;
Petrolina–Salgueiro, com 270 km, trecho novo, segundo diretrizes técnicas específicas;
Salgueiro–Missão Velha, com 96 quilômetros de linha existente;
Missão Velha–Juazeiro do Norte, com 32 quilômetros de linha existente;
Salgueiro–Suape, com 545 quilômetros de linha existente ou parcialmente implantada.

O valor máximo estimado para os estudos é de R$ 10,99 milhões. O contrato terá vigência de 27 meses, com prazo de 25 meses para a execução dos serviços após a ordem de início. Uma primeira análise de custo-benefício do trecho Salgueiro–Suape deverá ser entregue em quatro meses.
Licitação continua sob recurso

A sessão de abertura ocorreu em 23 de junho. Em parecer de 26 de junho, a comissão de licitação considerou habilitado o Consórcio Nova Logística do Nordeste, formado por Sysfer, Logit e Lobo & Rizzo, com proposta de R$ 5.596.808,58 — cerca de 49% abaixo do orçamento máximo.

O resultado ainda não deve ser tratado como definitivo. As empresas Eagle e Tylin apresentaram recursos administrativos, e o consórcio habilitado protocolou contrarrazões. Até a consulta feita em 19 de julho, a página oficial classificava o processo como “em andamento” e não apresentava homologação ou contrato assinado.
Hidrovia pode ampliar a área atendida

O Ministério de Portos e Aeroportos anunciou em junho de 2025 um plano para recuperar 1.371 quilômetros de navegação comercial entre Pirapora (MG) e Petrolina. Segundo a pasta, esse tipo de operação de cargas não ocorre no rio desde 2012, principalmente em razão do assoreamento.

O projeto foi apresentado em três etapas, todas com previsão de conexão a rodovias e ferrovias. A primeira compreende 577 quilômetros, dos quais 525 navegáveis, entre Ibotirama, Sobradinho, Juazeiro e Petrolina. O governo projetou movimentação de cinco milhões de toneladas no primeiro ano, mas esse volume é uma estimativa e depende da execução da infraestrutura e da atração de operadores e cargas.

No desenho divulgado pelo ministério, grãos, algodão, fertilizantes e outros produtos do Oeste da Bahia poderiam seguir por terra até Ibotirama, navegar até Juazeiro e, de lá, continuar por rodovia ou ferrovia. Na ocasião, o destino citado para esse fluxo foi o Porto de Aratu-Candeias, além de futuras conexões com a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) e outros portos baianos.

O novo estudo ferroviário acrescenta uma alternativa: a partir de Petrolina, as cargas poderiam seguir por uma linha nova até Salgueiro e depois pelo ramal da Transnordestina em direção a Suape. A viabilidade dessa rota terá de ser comparada com as saídas por Aratu-Candeias, Porto Sul e outros corredores. Distância, tarifa, tempo de viagem, capacidade dos terminais e regularidade da navegação serão decisivos.

A proposta não é inédita. Um documento do Ministério dos Transportes publicado em 2000 já apresentava o trecho Petrolina–Salgueiro como a ligação entre a Hidrovia do São Francisco e a malha ferroviária com acesso aos portos de Suape e Pecém. A licitação atual retoma a ideia, agora com a exigência de atualizar demanda, custos, impactos ambientais e modelo de operação.
Reativação do rio ainda não foi concluída

Os dados mais recentes do Dnit recomendam cautela com os prazos. No Relatório de Gestão de 2025, o órgão informou que não realizou campanhas de dragagem nem de sinalização na Hidrovia do São Francisco naquele ano.

Segundo o documento, o estudo preliminar e outros elementos para a sinalização foram concluídos, deixando o projeto tecnicamente apto a ser licitado. A dragagem foi adiada para alinhamento com o licenciamento ambiental e com o projeto de concessão. Em sentido positivo, a eclusa de Sobradinho permaneceu disponível durante todo o ano, mas seu funcionamento isolado não assegura a retomada do transporte comercial em toda a extensão planejada.

O anúncio de 2025 também previa 17 instalações portuárias públicas de pequeno porte, inclusive terminais em Juazeiro e Petrolina. O cronograma inicial mencionava licitação em setembro de 2025 e início das obras em janeiro de 2026. Até 19 de julho, a reportagem não localizou, nos documentos consultados, confirmação de que essas duas etapas tenham sido cumpridas.
Obras até Suape dependem de nova base técnica

Outro ponto em aberto é a conclusão da ferrovia entre Salgueiro e Suape. No Acórdão nº 1.217/2026, o Tribunal de Contas da União determinou que o Ministério dos Transportes e a Infra S.A. não assumissem novos compromissos financeiros para a construção antes da correção das deficiências de justificativa e da demonstração atualizada da vantagem socioeconômica do empreendimento.

A decisão não impede a realização dos estudos. Ao contrário, o TCU exigiu um plano de ação para atualizar a avaliação de viabilidade, etapa necessária antes de uma decisão sobre novos investimentos físicos.

Em análise apresentada para atender ao tribunal, a Sudene estimou para o trecho Salgueiro–Suape um Valor Social Presente Líquido de R$ 4,76 bilhões e taxa de retorno econômico de 15,53%. O resumo público da análise projeta movimentação entre 18 milhões e 24 milhões de toneladas por ano, além de cerca de 13 mil empregos durante a implantação e 9,6 mil postos permanentes na operação e em atividades relacionadas.

Esses números são projeções, não resultados garantidos nem autorização automática para a obra.
O que precisa acontecer

Para que o corredor entre a hidrovia e o mar saia do planejamento, será necessário concluir a licitação dos estudos ferroviários, definir traçado e terminais, comprovar a demanda, obter licenças ambientais, escolher o modelo de financiamento ou concessão e assegurar recursos para as obras.

No eixo fluvial, também serão necessários dragagem, sinalização, terminais de transbordo, licenciamento, regras de operação e condições de navegação suficientemente regulares. Somente depois dessas etapas será possível saber se a conexão por Suape será competitiva e qual parcela das cargas da Bahia e de outros estados poderá utilizar o novo caminho.

Para a Bahia, o principal efeito potencial é a criação de mais uma saída para a produção do Oeste e do Vale do São Francisco, além das alternativas já planejadas em território baiano. Por enquanto, no entanto, o que existe é uma convergência entre projetos em estudo — e não um corredor intermodal pronto ou com data definida para entrar em operação.


JOSEMAR

ECONOMIA - CORECON 2065

terça-feira, 14 de julho de 2026

SE HAMBURGO, CIDADE PORTUÁRIA, SEGUE O CAMINHO DA PRESERVAÇÃO E IDENTIDADE, POR QUE A CIDADE DE SALVADOR DA BAÍA DE TODOS OS SANTOS, NÃO? - IF HAMBURG, A PORT CITY, FOLLOWS THE PATH OF PRESERVATION AND IDENTILY, WHY DOESN'T THE CITY OF SALVDOR ON ALL SAINTS' BAY?


POUCO A FALAR SOBRE A PRESERVAÇÃO DO PERÍMETRO DO ANTIGO PORTO DA CIDADE DE SÃO SALVADOR DA BAÍA DE TODOS OS SANTOS, A REPORTAGEM A SEGUIR SOBRE O PORTO DE HAMBURGO, RETRATANDO A IMPORTÂNCIA DA  PRESERVAÇÃO DE SUA HISTÓRIA PARA A IDENTIDADE DO POVO ALEMÃO. MARSELHA NA FRANÇA E NÁPOLES NA ITÁLIA, TAMBÉM SÃO EXEMPLOS A SEREM SEGUIDOS.

O PORTO DE SALVADOR COM SUA SECULAR HISTÓRIA, JÁ ATRAVESSOU NO PASSAR DO TEMPO, A COLONIZAÇÃO PORTUGUESA, ATAQUES DE CORSÁRIOS FRANCESES, UMA OCUPAÇÃO HOLANDESA DE PRATICAMENTE UM ANO E CENÁRIOS DE LUTAS PELA INDEPENDÊNCIA DA BAHIA.

DURANTE O SÉCULOS O NOSSO PORTO FOI O MAIS MOVIMENTADO DO HEMISFÉRIO SUL, NAVIOS QUE DEMANDAVAM AO OCEANO ÍNDICO VIA CABO DA BOA ESPERANÇA,  PARA COSTA DO PACÍFICO DA AMÉRICA DO SUL E EUA, VIA CABO HORN OU ESTREITO DE MAGALHÃES - NESSA ÉPOCA O CANAL DO PANAMÁ AINDA NÃO TINHA SIDO CONSTRUÍDO - ,  LANÇAVAM ÂNCORAS NA BAÍA DE TODOS OS SANTOS, EM VIRTUDE DOS REGIMES DE VENTOS DO ATLÂNTICO SUL.

INFELIZMENTE O ENTORNO DE EDIFICAÇÕES ANTIGAS DO PORTO DE SALVADOR ESTÁ EM RUÍNAS, UMA INSENSATEZ E IGNORÂNCIA CIVILIZATÓRIA QUE LEVA A TRISTEZA, PARECE QUE ESTA TAL PONTE SALVADOR - ITAPARICA, VLT, SÃO OS CAMINHOS PARA O FUTURO DA BAHIA.

A POSTAGEM A SEGUIR RETRATA O ESTADO DE RUÍNAS DO BAIRRO DO COMÉRCIO EM SALVADOR:


Hamburgo reúne história, cultura e um dos portos mais fascinantes

Segunda maior cidade da Alemanha combina patrimônio histórico e arquitetura

Hamburgo reúne história, cultura e um dos portos mais fascinantes
Celso Martins  09/07/2026 18:19

                                    Foto: Pixabay
                                           Hamburgo tem um dos portos mais fascinantes da Europa

Hamburgo é um daqueles destinos que conseguem unir tradição e modernidade sem perder a própria identidade. Segunda maior cidade da Alemanha, com cerca de 1,9 milhão de habitantes, ela se desenvolveu às margens do rio Elba e construiu sua riqueza a partir de um dos portos mais importantes da Europa.


Hoje, a antiga cidade hanseática é um dos principais polos culturais, econômicos e turísticos do continente, oferecendo ao visitante uma combinação de bairros históricos, canais, museus, música, gastronomia e uma vida urbana vibrante durante todo o ano.

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Fundada oficialmente no século IX, Hamburgo ganhou projeção internacional ao integrar a Liga Hanseática, poderosa aliança comercial medieval que dominou boa parte das rotas marítimas do norte europeu. Ao longo dos séculos, enfrentou incêndios devastadores, epidemias e os intensos bombardeios da Segunda Guerra Mundial, mas conseguiu se reconstruir preservando boa parte de sua identidade arquitetônica e cultural. Esse passado ainda pode ser observado em edifícios históricos, igrejas centenárias e nos antigos armazéns portuários que hoje integram um dos conjuntos urbanos mais emblemáticos da cidade.


O porto continua sendo o coração da cidade


Nenhum passeio por Hamburgo está completo sem uma visita ao Porto de Hamburgo, considerado um dos maiores da Europa. Os tradicionais passeios de barco pelos canais e docas revelam uma perspectiva privilegiada da cidade e ajudam a compreender a importância econômica da navegação para a região. Ao redor do porto, o visitante encontra restaurantes especializados em frutos do mar, bares, áreas de convivência e o histórico túnel sob o rio Elba, inaugurado em 1911 e ainda utilizado por pedestres e ciclistas.

 Entre os pontos turísticos mais visitados está a Speicherstadt, maior complexo histórico de armazéns do mundo, reconhecido como Patrimônio Mundial da Unesco. Construído entre o fim do século XIX e o início do século XX, o bairro impressiona pelos edifícios de tijolos vermelhos cortados por canais.

No mesmo distrito funciona o Miniatur Wunderland, considerado a maior ferrovia em miniatura do planeta e uma das atrações mais procuradas da Alemanha por adultos e crianças. A poucos minutos dali está a moderna Elbphilharmonie, sala de concertos cuja arquitetura se tornou um dos novos símbolos da cidade.

Praças, igrejas e uma intensa vida cultural

O centro histórico reúne construções que ajudam a contar a evolução de Hamburgo. A imponente Prefeitura (Rathaus), concluída no século XIX, chama atenção pela fachada em estilo neorrenascentista, enquanto igrejas como a de São Miguel oferecem uma das melhores vistas panorâmicas da cidade.

Para quem busca vida noturna, o bairro de St. Pauli e a famosa Reeperbahn concentram teatros, casas de shows, bares e clubes que movimentam turistas durante todo o ano. Museus, galerias de arte e eventos culturais completam uma programação capaz de atender desde viajantes interessados em história até aqueles que procuram entretenimento contemporâneo.


Quanto custa viajar para Hamburgo


Não existem voos diretos entre o Brasil e Hamburgo, sendo necessário realizar ao menos uma conexão em cidades como Lisboa, Frankfurt, Paris, Amsterdã ou Madri. Levantamentos recentes de plataformas especializadas indicam que passagens aéreas de ida e volta partindo de capitais brasileiras custam, em média, entre R$ 5.600 e R$ 7.000, dependendo da época do ano, da antecedência da compra e da companhia aérea. Em períodos de baixa temporada é possível encontrar tarifas promocionais inferiores, enquanto férias escolares e datas festivas costumam elevar significativamente os preços.


A oferta de hotéis é ampla e atende desde mochileiros até viajantes de alto padrão. Em bairros centrais como Altstadt, HafenCity e St. Georg, diárias em hotéis econômicos costumam variar entre R$ 450 e R$ 700. Estabelecimentos de categoria intermediária ficam, em geral, entre R$ 700 e R$ 1.100 por noite, enquanto hotéis de luxo frequentemente ultrapassam R$ 1.500 a diária. Reservar com antecedência, especialmente entre maio e setembro, período de maior movimento turístico, costuma representar economia significativa.


Melhor época para visitar


Embora Hamburgo possa ser visitada durante todo o ano, os meses entre maio e setembro oferecem temperaturas mais agradáveis, maior número de eventos ao ar livre e dias mais longos, favorecendo passeios pela cidade. No inverno, entre dezembro e fevereiro, o frio intenso transforma a paisagem e os tradicionais mercados de Natal atraem milhares de visitantes. A excelente infraestrutura de transporte público, composta por metrô, trens urbanos, ônibus e balsas, facilita os deslocamentos e reduz a necessidade de aluguel de carro.

Gastronomia e experiências além dos cartões-postais
A culinária local reflete a tradição marítima da cidade. Pratos à base de peixes, arenque, salmão e camarões aparecem com frequência nos restaurantes, assim como sanduíches típicos vendidos nas áreas portuárias.

Mercados tradicionais, cafeterias e cervejarias artesanais completam a experiência gastronômica. Para quem deseja explorar além do centro, bairros residenciais às margens do lago Alster oferecem parques, ciclovias e áreas verdes que contrastam com a intensa movimentação da região portuária.

JOSEMAR

ECONOMISTA - CORECON 2065


sexta-feira, 10 de julho de 2026

CURSO GRATUITO DE ARQUITETURA NAVAL TRADICIONAL - PRESERVAÇÃO DA CULTURA NÁUTICA DA BAHIA - FREE COURSE ON TRADITIONAL NAVAL ARCHITECTURE - PRESERVATION OF BAHIA'S NAUTICAL CULTURE


O CURSO GRATUITO DE ARQUITETURA NAVAL TRADICIONAL, PROMOVIDO PELO PROJETO IÇAR, SE TRADUZ EM IMPORTANTE INICIATIVA PARA PRESERVAÇÃO DA CULTURA NÁUTICA DA BAHIA.

A PRÓPRIA EXISTÊNCIA E ATUAÇÃO DO PROJETO IÇAR DEMONSTRA QUE NEM TUDO ESTÁ PERDIDO QUANTO A PERPETUAÇÃO DESSE SIGNIFICATIVO NICHO DA IDENTIDADE CIVILIZATÓRIA DA BAHIA, SUAS EMBARCAÇÕES TRADICIONAIS QUE DURANTE MAIS DE 5 SÉCULOS TRANSPORTARAM RIQUEZAS E PESSOAS PELOS MARES DA BAHIA, PRINCIPALMENTE NA BAÍA DE TODOS OS SANTOS, ENTRE A CIDADE DE SÃO  SALVADOR E SEU RECÔNCAVO.

ESTE BLOG DESTINA UM DE SEUS MARCADORES. RESGATE DA HISTÓRIA NAVAL DA BAHIA A ESTE TEMA.

https://www.google.com/search?q=Estaleiro+Escola+Embri%C3%A3o+%28projeto+I%C3%87AR%29&rlz=

"O Projeto IÇAR é uma iniciativa baiana que documenta, preserva e ensina a arquitetura naval dos saveiros da Baía de Todos os Santos. Ele transforma técnicas tradicionais em dados digitais. Atualmente, o projeto oferece 50 vagas gratuitas para um curso em Salvador, com bolsa de R$ 600 para os alunos selecionados. 

Detalhes do Projeto IÇAR

O projeto foi criado pelo arquiteto Marcelo Bastos. Os saveiros são embarcações de madeira históricas que ajudaram a construir o Brasil, mas hoje estão desaparecendo. O IÇAR usa drones e tecnologias modernas para registrar como essas embarcações são feitas antes que o conhecimento se perca.

O trabalho funciona assim:

Engenharia reversa: O projeto estuda o formato das embarcações para criar modelos matemáticos.
Preservação cultural: O objetivo é salvar a história da construção naval tradicional.

Para entender como é feito o registro técnico desses barcos históricos por meio de imagens aéreas e modelos digitais:

Curso gratuito de arquitetura naval tradicional abre 50 vagas com bolsa de R$ 600 na Bahia

Capacitação tem carga horária de 240 horas, aulas práticas em estaleiros de Salvador e inscrições abertas até 19 de julho."

Por g1 BA
10/07/2026 06h31 Atualizado há uma hora

Estão abertas as inscrições para um curso gratuito de arquitetura naval tradicional que oferece 50 vagas e auxílio financeiro de R$ 600 para os alunos selecionados em Salvador. A capacitação é promovida pelo Estaleiro Escola Embrião, por meio do projeto IÇAR, e as inscrições podem ser feitas até 19 de julho.


Ao todo, são oferecidas 50 bolsas, sendo 45 para ampla concorrência e cinco destinadas a monitores indicados por Mestres Carpinteiros Navais. Os interessados devem fazer as inscrições na internet.


O curso é realizado pelo MB Lab e tem carga horária de 240 horas, distribuídas ao longo de 60 dias corridos, com aulas de oito horas diárias, nos turnos da tarde e da noite.


As atividades práticas serão realizadas em estaleiros da Ribeira, Lobato e Ilha de Maré. Já as aulas teóricas acontecerão na Ribeira. Ao final da formação, os participantes produzirão coletivamente cinco saveiros de vela de içar com quatro metros de comprimento.


Curso gratuito de arquitetura naval tradicional abre 50 vagas com bolsa de R$ 600 na Bahia — Foto: Divulgação

A formação reúne conhecimentos tradicionais dos Mestres Carpinteiros Navais — reconhecidos como patrimônio imaterial de Salvador — com técnicas contemporâneas de arquitetura naval, design e fabricação digital.

Quem pode participar

Podem se inscrever pessoas com 18 anos ou mais, ensino médio completo e disponibilidade para participar das aulas presenciais entre os dias 14 de setembro e 27 de outubro de 2026, de segunda a sexta-feira. O projeto prioriza candidatos que moram na região próxima ao Porto de Salvador.

Como será a seleção

O processo seletivo será realizado em etapa única. Os candidatos deverão gravar um vídeo de até cinco minutos, publicado no YouTube na modalidade "não listado", respondendo perguntas sobre a relação com atividades marítimas, experiências com trabalhos manuais, motivação para participar do curso e o impacto esperado da formação na comunidade.

A comissão organizadora também levará em consideração critérios como experiências anteriores na área, clareza das respostas, escolaridade e ações afirmativas, com pontuação adicional para estudantes de escolas públicas, beneficiários de programas governamentais e integrantes de grupos minorizados, como pessoas negras, mulheres, indígenas e quilombolas.

Estrutura do curso

A formação será dividida em quatro módulos:

Oficina de construção prática (90 horas);
Modelismo, artesanato e vela (30 horas);
Design profissional de embarcações (90 horas);
Modelagem computacional e fabricação digital (30 horas).

Receberão certificado os alunos que tiverem frequência mínima de 75% e nota igual ou superior a 7. O certificado poderá ser emitido por módulo ou para a formação completa, de 240 horas.

Cronograma

Inscrições: até 19 de julho;
Resultado preliminar: 3 de agosto;
Resultado final: 1º de setembro;
Início das aulas: 14 de setembro;
Fim das aulas: 27 de outubro.

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pela internet. O edital completo também está disponível na mesma plataforma.

LINKS PERTINENTES:











JOSEMAR

ECONOMISTA - CORECON 2065

quinta-feira, 9 de julho de 2026

CARROS DA BYD MOVIMENTADOS PELO PORTO DE SUAPE, REFLEXO DA DEPAUPERAÇÃO ECONÔMICA DA BAHIA - BYD CARS HANDLED AT THE PORT OF SUAPE: A REFLECTION OF BAHIA'S ECONOMIC DECLINE


AOS ACESSADORES DO BLOG VIAJANTE SEM PORTO TRAZEMOS MAIS UM NOTICIÁRIO QUE FUNDAMENTA O DEPAUPERAMENTO ECONÔMICO EM QUE O ESTADO DA BAHIA PERCORREU E PERCORRE NESTES ÚLTIMOS 20 ANOS, PERDENDO INDÚSTRIAS DE BASE, SEM ATRAIR NOVOS EMPREENDIMENTOS, NÃO INVESTINDO EM LOGÍSTICA FERROVIÁRIA, PORTUÁRIA, OU SEJA, A BAHIA É DEIXADA PARA TRÁS POR OUTROS ESTADOS, INCLUSIVE DO NORDESTE, PERNAMBUCO COM O PORTO DE SUAPE, CEARÁ COM PECÉM, MARANHÃO COM ITAQUI.

O CENÁRIO É TÃO DANTESCO QUE A SOJA PRODUZIDA NO OESTE DA BAHIA CHEGA AO PORTO COTEGIPE, ARATU E ENSEADA POR CAMINHÕES, NO SENTIDO CONTRÁRIO O FERTILIZANTE UTILIZADO POR ESTAS LAVOURAS SE ENCAMINHAM TAMBÉM POR RODOVIA. 

PORTO DE SUAPE
CHEGA A SER TRIVIAL COMENTARMOS SOBRE A COMPETITIVIDADE DO CUSTO DO TRANSPORTE FERROVIÁRIO EM RELAÇÃO AO RODOVIÁRIO, PRINCIPALMENTE SE A CARGA FOR GRANÉIS E A DISTÂNCIA MAIS LONGA. ATÉ QUANDO MANTEREMOS ESSAS CARGAS EM NOSSO PORTOS, SE SUAPE E PECÉM  REALIZAM GESTÕES PARA RECEBEREM RAMAIS DA FERROVIA TRANSNORDESTINA.

ENQUANTO ISTO A BAHIA VIVE DE NARRATIVAS DE FERROVIA LESTE - OESTE, PORTO SUL, UMA PONTE SALVADOR - ITAPARICA QUE POUCO FARÁ PELA LOGÍSTICA PORTUÁRIA DA BAÍA DE TODOS OS SANTOS, PELO CONTRÁRIO, PODE TRAZER TRANSTORNO AO ACESSO AO TERMINAL DE CONTÊINERES DO PORTO DE SALVADOR, UM VLT QUE APENAS ACRESCENTARÁ MOBILIDADE A POPULAÇÃO DO SUBÚRBIO SEM RERSOLVER SUAS CARÊNCIAS ESTRUTURANTES, A EXEMPLO DE ACESSO DE QUALIDADE A SAÚDE, EDUCAÇÃO E SEGURANÇA, QUANDO A REFORMA DOS ANTIGOS TRENS SERIA UMA OPÇÃO COM MELHOR RELAÇÃO CUSTO BENEFÍCIO.

AGORA AMIGOS, MAIS UM PÉROLA DO OSTRACISMO EM QUE PASSA A BAHIA EM RELAÇÃO AO SEU FUTURO ECONÔMICO, MESMO TENDO UM PORTO PARA OPERAÇÕES ROLL - ON/ROLL - OFF, PONTA DA LAJE, QUE FOI CONSTRUÍDO PARA ANTIGA MONTADORA FORD, OS CARROS QUE SERÃO MOVIMENTADOS PARA O EXTERIOR E OUTROS ESTADOS PELA BYD, QUE INCLUSIVE NÃO CONSTRÓI NA BAHIA, APENAS MONTA CKD, ESTÃO REALIZANDO GESTÕES PARA QUE AS OPERAÇÕES SEJAM REALIZADAS PELO PORTO DE SUAPE, VINDO DE RODOVIA PARA SALVADOR. É PATÉTICA A BAHIA DE HOJE.

ESTE OBJETIVO SE CONCRETIZANDO TODOS OS PRINCIPAIS GANHOS LOGÍSTICOS, RENDAS, EMPREGOS E TRIBUTOS FICARÃO COM PERNAMBUCO. JA NÃO BASTA A BAHIA TER PERDIDO A JEEP, HOJE FIAT, PARA ELES, QUANDO TINHAMOS TODOS OS REQUISITOS NECESSÁRIOS PARA ATRAIR ESSE INVESTIMENTO, MAS POR INABILIDADE POLÍTICA PERDEMOS.

A BAHIA PRECISA VOLTAR A SEU PROTAGONISMO ECONÔMICO NO NORDESTE E NO PRÓPRIO PAÍS, NÃO PODE VIVER APENAS DE ENTREGAS DE ÔNIBUS ESCOLAR E AMBULÂNCIAS.

POR FIM PERDERIAM A PRATICAGEM,  FORNECEDORES DE NAVIOS, ARMADORES DE REBOCADORES, TAXAS PORTUÁRIAS, DENTRE OUTRAS PERDAS, TUDO FICARIA EM PERNAMBUCO.

PORTO PONTA DA LAJE
SUAPE
MOVIMENTO ECONÔMICO

BYD pode usar Suape para aliviar pressão em Salvador

Suape aparece como opção viável pela proximidade regional com o estado baiano, onde a BYD tem uma montadora
Por Patricia Raposo09/07/26 às 06H00 atualizado em 09/07/26 às 06H18


A expansão da cadeia automotiva chinesa no Brasil começa a redesenhar rotas logísticas no Nordeste. A Movecta, empresa paulista originada da antiga Localfrio, vem ampliando sua atuação para além da cadeia fria, segmento que marcou sua origem na década de 1950. A companhia vê em Suape uma alternativa para apoiar as operações da BYD diante da pressão sobre a capacidade do Porto de Salvador no recebimento de partes e componentes automotivos.

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De acordo com Rodrigo Casado, CEO da empresa, a operadora já atua como parceira oficial da montadora chinesa e está preparada para receber cargas conteinerizadas em Pernambuco e encaminhá-las por rodovia até a Bahia.

Embora Salvador seja o principal porto de chegada de partes de veículos da BYD, a operação está se aproximando do limite de capacidade. Por isso, a montadora avalia outros portos, e Suape aparece como opção viável pela proximidade regional e pela possibilidade de agregar serviços à operação a partir da unidade instalada no complexo portuário pernambucano.

No último dia 7, a companhia anunciou investimentos de R$ 100 milhões para dobrar de tamanho no porto pernambucano. A empresa não atua na operação típica de veículos prontos, transportados por navios ro-ro. O foco está em cargas conteinerizadas: peças, partes, componentes e kits CKD quando o veículo chega desmontado para posterior montagem.

A operadora logística já tem histórico de atuação com veículos da BYD em Suape. Em períodos em que a montadora não conseguia escoar toda a demanda apenas por navios ro-ro, os veículos chegavam prontos ao porto pernambucano, acondicionados em contêineres geralmente dois ou três carros por unidade. A empresa realizava a descarga, a armazenagem temporária e o posterior encaminhamento, por cegonhas, aos pontos de comercialização.

A chamada linha amarela é outro segmento abarcado pela companhia em Suape. São máquinas pesadas usadas em obras, como tratores e guindastes, equipamentos importados principalmente da China. Muitas dessas cargas chegam ao Brasil desmontadas dentro de contêineres, o que abre espaço para a oferta de serviços além da armazenagem e da movimentação portuária.

Na prática, a operadora pode receber o equipamento e encaminhá-lo para a fábrica ou para o destino indicado pelo cliente, mas também pode assumir etapas de industrialização dentro da própria operação. Esse trabalho inclui montagem, desmontagem, embalagem, etiquetagem, pintura e outras adaptações, conforme a necessidade de cada importador.

O diferencial, de acordo com o executivo, está no ganho de tempo. Enquanto a carga ainda passa pelo processo de nacionalização, período em que o importador normalmente não pode manipulá-la, a empresa consegue agregar valor ao produto. Assim, quando o desembaraço é concluído, o equipamento já pode sair montado ou preparado para seguir ao destino final, reduzindo etapas posteriores e acelerando a entrega ao cliente.

Essa retaguarda logística garante que Suape tenha condições de absorver variados tipos de carga no setor, consolidando-se como hub regional de veículos.


A SEGUIR TRAZEMOS LINKS DO BLOG QUE TRATAM DE ASSUNTOS CORRELATOS:


https://viajantesemporto.blogspot.com/2026/05/triste-bahia-ponte-o-futuro-as.html


https://viajantesemporto.blogspot.com/2026/05/com-desesperanca-para-uma-parcela-dos.html


https://viajantesemporto.blogspot.com/2026/02/economia-do-mar-ou-empecilhos-ao.html


https://viajantesemporto.blogspot.com/2025/05/a-bahia-avanca-rumo-um-futuro-tenebroso.html


https://viajantesemporto.blogspot.com/2025/04/a-bahia-o-apagao-logistico.html


https://viajantesemporto.blogspot.com/2024/10/a-importancia-da-refinaria-acelen-para.html


https://viajantesemporto.blogspot.com/2024/08/a-bahia-ponte-as-ferrovias-os-portos.html


https://viajantesemporto.blogspot.com/2024/07/reestatizacao-da-refinaria-acelen.html


https://viajantesemporto.blogspot.com/2024/03/linha-ferrea-ligando-o-porto-de.html


https://viajantesemporto.blogspot.com/2023/11/bahia-o-ostracismo-quanto-atracao-de.html


https://viajantesemporto.blogspot.com/2026/02/a-bahia-desce-ladeira-do.html


https://viajantesemporto.blogspot.com/2021/09/economia-baiana-um-processo-de.html


JOSEMAR


ECONOMISTA - CORECON 2065


sexta-feira, 26 de junho de 2026

SUMMIT ECONOMIA AZUL, OS CAMINHOS PARA ECONOMIA DO MAR DA BAHIA - BLUE ECONOMY SUMMIT: PATHWAYS TO BAHIA'S OCEAN ECONOMY


EVENTO DE EXPERIÊNCIAS INOVADORAS, EM ALTO NÍVEL EM RELAÇÃO AOS PARTICIPANTES, O SUMMIT ECONOMIA AZUL, COM APRESENTAÇÃO E DEBATES SOBRE OS CAMINHOS DA ECONOMIA DO MAR COMO VETOR PARA A BAHIA SE RETIRAR DO OSTRACISMO EM QUE SE ENCONTRA EM RELAÇÃO AO APROVEITAMENTO DOS  POTENCIAIS GEOGRÁFICOS QUE SUA BAÍA DE TODOS OS SANTOS E SEU LITORAL PODEM INDUZIR EM TERMOS DE AMPLIAÇÃO DE NOSSA COMPETITIVIDADE EM RELAÇÃO À ATRAÇÃO DE INVESTIMENTOS PRODUTIVOS.

QUE NÃO SEJA MAIS UM EVENTO SEM GERAR RESULTADOS, COM APRESENTAÇÃO ESTÉRIL DE CONSULTORIAS PAGAS A PREÇO DE OURO, E SIM UM FORUM PRAGMÁTICO ONDE ACESSIBILIDADE FERROVIÁRIA AOS NOSSOS PORTOS, A CONSTRUÇÃO DE UM SEGUNDO TERMINAL DE CONTÊINER NA BAÍA DE TODOS OS SANTOS, DINAMIZAR AS ESTRUTURAS PARA ATENDER AO LAZER NÁUTICO, PROMOVER A SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL E VALORIZAÇÃO DO SABER POPULAR DAS COMUNIDADES ÀS MARGENS DE NOSSA BAÍA.

EM RELAÇÃO AO FUTURO DO PORTO PONTA DA LAJE, QUE O MESMO TENHA UM DESTINO INSERIDO NAS NECESSIDADES LOGÍSTICAS DA ECONOMIA DO ESTADO. ESTUDOS DE VIABILIDADE TÉCNICA, ECONÔMICA E AMBIENTAL - EVTEA PODEM INDICAR PARA ESTE LOCAL UM NOVO TERMINAL DE CONTÊINER, COM 2 BERÇOS DE ATRACAÇÃO.

PORTO PONTA DA LAJE
POR FIM, QUE A SOCIEDADE BAIANA POSSA PARTICIPAR DE FORMA ATIVA EM RELAÇÃO A FORMATAÇÃO DE SEU FUTURO DESENVOLVIMENTISTA, OPINANDO SOBRE A NECESSIDADE DA CONSTRUÇÃO DA PONTE, SALVADOR - ITAPARICA ONDE BILHÕES SERÃO APLICADOS, OU OPTAR POR EMPRRENDIMENTOS MENOS CUSTOSOS QUE IRÁ INDUZIR MAIS EFICÁCIA NO USO DAS VERBAS PÚBLICAS.

ESTE BLOG ESTARÁ PRESENTE NO EVENTO, INSCRIÇÃO JÁ EFETUADA.


Summit Economia Azul

A palavra "summit" significa literalmente "cume" ou "ponto mais alto". No universo corporativo e cultural, o termo é amplamente utilizado para se referir a eventos de alto nível ou a experiências inovadoras. [1, 2, 3]


Já estão disponíveis os ingressos do primeiro lote para o Summit Economia Azul, evento que acontecerá nos dias 18 e 19 de agosto, no Porto de Salvador, reunindo especialistas, gestores públicos, empresários, pesquisadores e investidores para discutir oportunidades, desafios e caminhos para o desenvolvimento sustentável da Economia do Mar na Bahia.

Com o tema central "Da Terra ao Porto: a Bahia exporta riqueza para o mundo", o Summit nasce com o propósito de posicionar o estado como protagonista nacional da Economia Azul, conectando setores estratégicos como logística portuária, comércio exterior, turismo náutico, indústria naval, offshore, inovação, ciência, cultura oceânica, esportes náuticos e desenvolvimento territorial. A programação prevê uma palestra magna e sete painéis temáticos que abordarão desde governança e políticas públicas até geração de negócios, qualificação profissional e sustentabilidade.

A abertura do evento, no dia 18 de agosto, será marcada pela palestra magna "Economia Azul como Estratégia de Estado e Governança Territorial", reunindo lideranças para debater o papel da Amazônia Azul, da governança oceânica e das políticas públicas na construção de uma agenda permanente para o desenvolvimento do país. Entre os participantes já confirmados estão o Vice-Almirante Gustavo Calero Garriga Pires, comandante do 2º Distrito Naval, o professor e pesquisador Thauan Santos, da Escola de Guerra Naval, Antonio Gobbo, presidente da Autoridade Portuária Federal – CODEBA, Duda Lomanto, secretária do Mar de Salvador, Isabela Suarez, presidente da Associação Comercial da Bahia, além da outros especialistas ligados ao segmento.

Ao longo do segundo dia (19), a programação discutirá temas como infraestrutura portuária e comércio exterior, ESG e comunidades costeiras da Baía de Todos-os-Santos, turismo náutico e eventos internacionais, indústria naval e offshore, ciência e indicadores para a Economia Azul, carreiras marítimas e cultura oceânica. O encontro contará com representantes de instituições como Marinha do Brasil, CODEBA, Secretaria do Mar de Salvador, SEI Bahia, UCSal, Fundação Baía Viva, Fundação Aleixo Belov, Companhia Baiana de Pesquisa de Minérios, Associação Comercial da Bahia, entre outras organizações públicas e privadas ligadas ao setor.

Além dos debates, o Summit Economia Azul pretende deixar um legado permanente para o estado por meio da construção da Carta de Compromisso da Economia Azul, documento que reunirá recomendações e diretrizes para fortalecer o desenvolvimento sustentável das atividades ligadas ao mar na Bahia. A programação também prevê uma homenagem ao navegador Aleixo Belov, referência internacional da cultura marítima brasileira, e o lançamento de iniciativas voltadas à articulação permanente do setor.
A participação é gratuita mediante inscrição prévia e as vagas do primeiro lote são limitadas.

Primeiro lote gratuito disponível no Sympla

Programação completa no site oficial

Fonte: ASCOM Summit Economia Azul


JOSEMAR

ECONOMISTA - CORECON 2065

quinta-feira, 25 de junho de 2026

DIA DO HOMEM DO MAR - 25 DE JUNHO - DAY OF THE SEAFARER - JUNE 25



A TODOS HOMENS DO MAR NAVEGANDO PELOS 7 MARES, ENFRENTANDO A SOLIDÃO E INTEMPÉREIS DOS OCEANOS, TRANSPORTANDO RIQUEZAS E SONHOS, GUIADOS PELO  FAROL DE NETUNO, DESEJO VITÓRIAS E HONRA!!



 

JOSEMAR 

ECONOMISTA  - CORECON 2065

segunda-feira, 15 de junho de 2026

NAVIO COM GUINDASTE PARA 1.900 TONELADAS NAVEGA RUMO A SALVADOR - MAERSK VIRIDIS - SHIP WITH A 1.900 - TON CRANE SAILS TOWARDS SALVADOR - MAERSK VIRIDIS


O MAERSK VIRIDIS NAVIO ESPECIALIZADO EM INSTALAÇÃO DE TURBINAS EÓLICAS OFFSHORE NAVEGA DE SINGAPURA RUMO A SALVADOR, COM PREVISÃO DE FUNDEIO EM 18/06/26, NAVEGANDO A 6 KN. O DESTINO FINAL SERÁ EUA, NEW YORK.

Foto: Captura de tela de vídeo (Maersk Offshore Wind via LinkedIn)

 O navio Maersk Viridis está a caminho dos EUA para instalar turbinas eólicas Empire Wind 1.


O Maersk Viridis possui propulsão própria. Ele é um navio autopropelido de instalação de turbinas eólicas offshore (WTIV) construído pela Seatrium, com capacidade de navegar a uma velocidade de serviço de 6,75 nós. 
Apesar de se locomover por conta própria, ele opera com um conceito inovador de instalação baseado em "alimentadores" (feeder-based). Isso significa que, em vez de voltar ao porto para pegar cada componente, ele permanece ancorado ou estabilizado no local do parque eólico (como no projeto Empire Wind nos EUA) enquanto navios auxiliares menores transportam as peças até ele
    Dimensões do Navio
    Comprimento total (LOA): 143 a 145 metros
    Boca (largura): 82 a 83,2 metros
    Capacidade de Carga (Deadweight): 17.772 toneladas
    Arqueação Bruta: ~40.000 toneladas 
    Especificações do Guindaste
    Fabricante e Modelo: GustoMSC
    Capacidade de elevação (SWL): 1.900 a 2.000 toneladas
    Altura do gancho: 180 metros acima do convés principal


31 de março de 2026, por Adrijana Buljan

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O primeiro navio de instalação de turbinas eólicas de última geração da Maersk, o Maersk Viridis , partiu de Singapura e está a caminho dos EUA, onde instalará turbinas no parque eólico offshore Empire Wind 1 da Equinor, em construção nas águas federais americanas ao largo de Nova Iorque.

Segundo a Maersk Offshore Wind, a plataforma WTIV partiu de Singapura em 26 de março.

A Empire Offshore Wind, pertencente à Equinor, assinou um contrato de afretamento para a embarcação em 2022, segundo o qual a embarcação recém-construída realizará a instalação de turbinas eólicas de acordo com as normas da Lei Jones.

Segundo informações divulgadas em 2022, a WTIV será apoiada por rebocadores e barcaças construídos e operados pela Kirby Offshore Wind, que transportarão os componentes das turbinas eólicas do Terminal Marítimo de South Brooklyn até a área de concessão da Empire Wind.

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Contratos e Licitações

O Maersk Viridis foi entregue ao seu proprietário no final de fevereiro de 2026 pelo estaleiro Tuas Boulevard da Seatrium em Singapura, após concluir os testes de mar e as verificações de prontidão, e foi oficialmente batizado em 12 de março.

O WTIV foi projetado para instalar turbinas eólicas offshore com mais de 15 MW e possui um guindaste de 1.900 toneladas com altura de gancho de 180 metros.

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Embarcações

O parque eólico Empire Wind 1, localizado a 25-48 quilômetros (15-30 milhas) a sudeste de Long Island, será composto por 54 turbinas eólicas Vestas de 15 MW e tem previsão de iniciar a geração de energia no final de 2026, com comissionamento completo em 2027.

O parque eólico offshore de 810 MW tem um contrato com a Autoridade de Pesquisa e Desenvolvimento de Energia do Estado de Nova York (NYSERDA) para fornecer eletricidade para Nova York e é o primeiro parque eólico offshore a se conectar à rede elétrica da cidade de Nova York.


https://www.marinetraffic.com/en/ais/home/centerx:-38.1/centery:-14.9/zoom:5






JOSEMAR 

ECONOMISTA - CORECON 2065

quinta-feira, 11 de junho de 2026

A REGULAÇÃO, A VIOLÊNCIA, A PONTE, A PATÉTICA INDIGNAÇÃO DA BAHIA - REGULATION, VIOLENCE, THE BRIDGE, THE PATHETIC INDIGNATION OF BAHIA


EM NAÇÕES COM INSTITUIÇÃO DEMOCRÁTICAS PLENAS, COM PODERES DA REPÚBLICA AUTÔNOMOS EM SUAS DECISÕES, AS SOCIEDADES TEM CAPACIDADE DE DEFINIREM AS PRIORIDADES DE APLICAÇÃO DOS TRIBUTOS PAGOS. 

A BAHIA DE HOJE SE ESTRUTURA EM PROJETOS VISLUMBRADORES QUE ATÉ O MOMENTO NÃO SAIRAM DAS PRANCHETAS, NÃO HAVENDO AÇÕES NECESSÁRIAS PARA POTENCIALIZAREM A COMPETITIVIDADE DA ECONOMIA, E ASSIM PERMANECE ESTAGNADO NOSSO DESENVOLVIMENTO.

SENÃO VEJAMOS:

1 - FERROVIA FIOL, LIGANDO O OESTE DA BAHIA AO LITORAL, SE ARRASTA, EM DIREÇÃO A UM PORTO FICTÍCIO, O TAL PORTO SUL, QUE NEM A LOCALIZAÇÃO ESTÁ DEFINIDA.

CONTRARAZÕES - OS TERMINAIS LOCALIZADOS NO INTERIOR DA BAÍA DE TODOS OS SANTOS, QUE OPERAM COM GRANÉIS VEGETAIS E MINERAIS, PRINCIPALMENTE SOJA E MINÉRIO DE FERRO NÃO SÃO ATENDIDOS POR FERROVIA, O QUE EM FUTURO PRÓXIMO,  SE TORNARÃO INVIÁVEIS EM RELAÇÃO A ITAQUI, PECÉM E SUAPE, ESSES DOIS ÚLTIMOS EM SEUS PLANEJAMENTOS DE LONGO PRAZO CONSTAM RAMAIS LIGANDO AOS PRINCIPAIS EIXOS FERROVIÁRIOS QUE CORTARAM O OESTE DA REGIÃO NORDESTE EM DIREÇÃO AO MARANHÃO, ONDE LOCALIZA-SE O MAIOR TERMINAL MOVIMENTADOR DE GRANÉIS DO PAÍS, O PORTO DE ITAQUI.

O TERMINAL DO ESTALEIRO ENSEADA,OPERA SOJA E MINÉRIO DE FERRO, O TGS II DE ARATU, SOJA, O COTEGIPE, SOJA E MALTE.

2- O VLT QUE ESTÁ EM FASE DE INAUGURAÇÃO DO SEU PRIMEIRO TRECHO, FOI PRIVILEGIADO EM RELAÇÃO A QUALIFICAÇÃO DOS TRENS QUE REALIZAVAM ESTA LINHA DO SURBÚBIO, QUE PODERIAM SER MORDENIZADOS A CUSTO INFERIOR, E COM ISSO OS MORADORES DESSA REGIÃO NÃO FICARIAM 5 ANOS SOFRENDO SEM ESTE TRANSPORTE QUE ATENDEU DURANTE 160 ANOS ESTA REGIÃO.,

NÃO SOMOS CONTRA O MODERNISMO, A EFICIÊNCIA, A TECNOLOGIA, MAS OS RECURSOS PÚBLICOS SÃO ESCASSOS E AS NECESSIDADES ILIMITADAS, DIANTE DESTE AXIOMA, ANTES DE IMPLANTAR UM SISTEMA ONDE MAIOR QUANTIDADE DE RECURSOS FORAM APLICADOS, AÇÕES RELATIVAS A SEGURANÇA, SÁUDE E EDUCAÇÃO TERIAM DE TER PRIORIDADES PARA ESTA POPULAÇÃO SOFRIDA E CARENTE DO SURBÚBIO DE SALVADOR. O QUE ADIANTA SER TRANSPORTADO EM VAGÕES FERROVIÁRIOS COM AR CONDICIONADO, AO CHEGAREM EM SUAS RESIDÊNCIAS SE DEPARAM CARÊNCIAS DE TODAS AS NATUREZAS. FICA REGISTRADO MEU QUESTIONAMENTO, POR QUE MUITOS SOTEROPOLITAMOS HOJE MORAM NAS RUAS?

3 - O MAIS ENIGMÁTICO DE TODOS OS INVESTIMENTOS PÚBLICOS ORA ANUNCIADOS PELO GOVERNO DA BAHIA, A PONTE SALVADOR ITAPARICA, CRISTALIZA O USO ABUNDANTE DE RECURSOS PÚBLICOS, FANTASIOSOS EM RELAÇÃO AS CARÊNCIAS SOCIAIS E ECONÔMICAS DE UM POVO EM SUA CERCANIA. ESTA OBRA DEVERÁ SER EXECUTADA FUTURAMENTE, NESTE MOMENTO HÁ OUTRAS PRIORIDADES PREEMENTES A SEREM  ATENDIDAS.

ESSES BILHÕES QUE SERÃO GASTOS NESTA OBRA PODERIAM SER APLICADOS EM NOVOS HOSPITAIS,POSTOS DE SAÚDE, CONTRATAÇÃO DE PESSOAL DE SAÚDE E EQUIPAMENTOS HOSPITALARES, ACABANDO COM AS MORTES INDIGNAS, IRRESPONSÁVEIS, DE CERTA FORMA CRIMINOSA DAS FILAS DE REGULAÇÕES.

AS DECISÕES DOS GOVERNANTES, ESTÃO NAS MÃOS DO POVO QUE O ELEGERAM, EM SUMA, MUITOS QUE TIVERAM ENTES QUERIDOS MORTOS EM FILA DE REGULAÇÃO DEVERIAM SE INDIGNAR, EXIGIR, PROTESTAR E PEDIR PRISÃO DOS RESPONSÁVEIS.

AS PESSOAS NÃO LUTAM PARA MELHORIA DO SISTEMA, NO MOMENTO QUE SÃO ATINGIDOS, USAM SUAS INFLUÊNCIAS PARA SALVAREM SEUS ENTES QUERIDOS, POR OUTRO LADO HÁ OUTROS PACIENTES EM SITUAÇÕES MAIS URGENTES QUE SERÃO PENALIZADOS POR ESTE TRÁFICO DE INFLUÊNCIA


O QUE ACONTECE É PATÉTICO, COM RARAS EXCEÇÕES, PARENTES E CONHECIDOS DAQUELES QUE ESTÃO ENTRE A VIDA E A MORTE NESSAS FILAS DO HORROR, TENTAM PRIVILÉGIOS PARA SALVAREM SEUS ENTES QUERIDOS, EM DETRIMENTO DE OUTRAS MORTES QUE ADVIRÃO, POR TER SALVO OS SEUS. ESSE COMPORTAMENTO NÃO SOLUCIONA O PROBLEMA, NÃO SABENDO ESSAS PESSOAS QUE PODEM SER VÍTIMA DA PRÓPRIA AÇÃO

https://wiki.saude.gov.br/regulacao/index.php/Fluxos_de_Regula%C3%A7%C3%A3o


A COPA DO MUNDO ESTÁ CHEGANDO.

O projeto da Ponte Salvador-Itaparica já custou mais de R$ 720 milhões aos cofres públicos baianos em investimentos e fundos garantidores. Somente nos primeiros meses de 2026, a recém-criada Secretaria Extraordinária do Sistema Viário Oeste (SVPonte) já movimentou cerca de R$ 160 milhões, referentes a aportes para o contrato de concessão. 

Detalhamento dos Gastos:

Aportes recentes (2026): R$ 159,96 milhões destinados ao primeiro aporte do contrato firmado com o consórcio de empresas chinesas.

Consultoria Técnica (2026): Contrato de R$ 18,3 milhões firmado com a FIPE para consultoria especializada no projeto.

Histórico acumulado: Entre investimentos diretos e repasses ao Fundo Garantidor de Aporte (FGAP), os gastos e aportes estaduais já ultrapassam a marca de R$ 720 milhões. [1, 2, 3]
Estimativa da Obra:

O custo global estipulado para a construção da ponte e sistema viário foi atualizado para R$ 10,42 bilhões. O projeto prevê mais de 12 km sobre o mar e as obras estão em fase de projeto executivo sob a gestão da Secretaria Extraordinária do Sistema Viário Oeste (saiba mais no Portal da Secretaria da Fazenda da Bahia). [1, 2]


JOSEMAR

ECONOMISTA - CORECON 2065


segunda-feira, 1 de junho de 2026

HIDROVIA DO RIO SÃO FRANCISCO, INICIATIVA DA CODEBA - SÃO FRANCISCO RIVER WATERWAY, AN INITIATIVE OF CODEBA


NO CONTEXTO DE AUSÊNCIA DE NOTÍCIAS POSITIVAS SOBRE A ECONOMIA BAIANA E SUA COMPETITIVIDADE, PRINCIPALMENTE NO ASPECTO LOGÍSTICO, NOS ÚLTIMOS 20 ANOS, EM CONTRAPONTO A CODEBA TOMA INICIATIVA PARA  REATIVAR A HIDROVIA DO RIO SÃO FRANCISCO, O QUE TRARÁ DIVERSOS EFEITOS MULTIPLICADORES POSITIVOS PARA O ESTADO.

ESTA AÇÃO TORNANDO REALIDADE, HAVERÁ A NECESSIDADE DE COMPLEMENTO LOGÍSTICO ATRAVÉS DE FERROVIA LIGANDO O PORTO DE JUAZEIRO AO COMPLEXO PORTUÁRIO - GRANELEIRO - DA BAÍA DE ARATU E CONTÊINERES PARA O PORTO DE SALVADOR, PARA ABARCAR O FLUXO DE CARGAS ORIUNDOS DO NORTE DE MINAS, ATRAVÉS DO PORTO DE PIRAPORAOESTE DA BAHIA, PRINCIPALMENTE SOJA, MILHO, ALGODÃO E VINHOS. NO SENTIDO INVERSO, FERTILIZANTES, PRODUTOS INDUSTRIALIZADOS, MAQUINÁRIOS E PEÇAS.

PORTO DE JUAZEIRO - MAIS UMA INICIATIVA DA BAHIA QUE FICOU NO PAPEL,SEMELHANTE AO PORTO SUL 

A SEGUIR TRAZEMOS LINK SOBRE PROJETO DE IMPLANTAÇÃO DA FERROVIA JUAZEIRO SALVADOR, PUBLICADO NESTE BLOG. https://viajantesemporto.blogspot.com/2024/03/linha-ferrea-ligando-o-porto-de.html

01/06/2026 09:48

CODEBA avança nos preparativos para retomada da Hidrovia do São Francisco
Foto: divulgação CODEBA

Na manhã deste sábado (30), o chefe de gabinete da Autoridade Portuária Federal – CODEBA, Carlos Luciano, realizou uma vistoria nas embarcações que serão utilizadas na retomada das operações da nova Hidrovia do Rio São Francisco. A iniciativa integra as ações preparatórias para o início das atividades operacionais, que dependem da descentralização formal da gestão da hidrovia para a Companhia.

O comboio é composto por uma barca, uma Chata CS, uma draga Matrichã e o barco-hotel Cidade Pirapora, embarcação equipada com 28 camarotes e capacidade para atender até 80 passageiros.

Foto: divulgação CODEBA

A partir da autorização concedida pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), a CODEBA elabora o projeto da nova Hidrovia do São Francisco e organiza toda a documentação necessária junto ao DNIT e à Marinha do Brasil (Capitania dos Portos) para o transporte das embarcações até Juazeiro (BA).

"Nosso objetivo é fomentar o desenvolvimento regional por meio de um transporte mais econômico e ambientalmente sustentável, atraindo investimentos e fortalecendo a integração econômica dos 505 municípios que serão impactados com a retomada das operações da Hidrovia do São Francisco, estimulando um novo vetor de desenvolvimento para o país", explica Carlos Luciano.

Foto: divulgação CODEBA

A equipe gestora da CODEBA também mantém tratativas com a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF) para a celebração de um Acordo de Cooperação Técnica voltado à realização de ações conjuntas contemplando revitalização do tio e estudos para a identificação de oportunidades de negócios no entorno da hidrovia.

Texto: Flávia Maciel (ASCOM CODEBA)